Gerontologia

O que é?

È o estudo do processo de envelhecimento de todas as coisas vivas, considerando seus aspectos biológico, sociológicos, psicológicos, culturais e outros. É uma área em que atuam profissionais de diversas áreas, de forma integrada, que chamamos de “atuação interdisciplinar”. Com o aumento da população com mais de 60 anos de idade, a Gerontologia passa a ter um grande desafio: adquirir conhecimentos para entender as alterações biológicas, fisiológicas e como elas influenciam o status funcional desses indivíduos. Com esse conhecimento buscamos propiciar a esses idosos um envelhecimento com sucesso e qualidade de vida. O idoso tem assim, a Gerontologia que agrega as diversas áreas do conhecimento. Busca-se com ela propiciar ao idoso a manutenção das funções físicas e cognitivas, incluindo as atividades produtivas e as relações interpessoais.


Gerontologia e a integração das profissões

No ano de 2026 o Brasil será o 6º país em população idosa. A Odontogeriatria trabalha com pacientes com mais de 60 anos, que tem como objetivo a integração social, psicológica, funcional, preventiva de doenças bucais. Durante o processo de envelhecimento, podem surgir doenças sistêmicas, como, artrite, diabetes, osteoporose, artrose, problemas cardiovasculares. Cabe a Odontogeriatria tratar esse paciente idoso, conhecendo cada doença crônica instalada e suas limitações próprias do organismo que envelhece. Para que isso aconteça é de extrema importância se manter relações com outros profissionais que também possuam formação em Gerontologia.

A Odontogeriatria tem como desafio, sensibilizar os pacientes de que cuidar da saúde bucal faz parte da saúde como um todo. Atenção especial é requerida para o idoso: pacientes que permanecem anos a fio com a mesma dentadura podem aumentar incidência de doenças pré-cancerígenas, por trauma ou falta de higiene adequada. Isso pode ocorrer porque a cavidade oral do idoso sofre alterações com o envelhecimento, tornando-se mais “frágil”. Quando o paciente tem dentes, deve-se fazer um trabalho preventivo de periodontopatias (doenças relacionadas à gengiva, o osso que aloja o dente e as fibras quem prendem esse dente ao osso). Estudos mostram que essas periodontopatias estão relacionadas com doenças cardíacas.

Envelhecer, sim, mas com dentes. O idoso muitas vezes deixa de comer determinados alimentos ou não consume nutrientes numa quantidade adequada. Daí a importância da Gerontologia: o cirurgião-dentista tem que ter um olhar mais amplo quando trata do idoso. Por exemplo: um profissional com formação gerontológica ao perceber que o paciente tem problemas de deglutição ou adaptação de prótese e que possivelmente esse paciente tem problemas de nutrição. O cirurgião-dentista vai precisar recorrer a outros profissionais como o nutricionista, o geriatra, para melhor entender esse paciente visando melhor adequar a sua alimentação e resolver o problema da mastigação e deglutição. Resultado disso se verificará na melhora das doenças sistêmicas, a pressão arterial diminui, a glicemia consegue ser controlada, etc. O envelhecimento não é o fim. Uma equipe com conhecimento gerontológico vai elaborar um plano de ação mais adequado, dentro de uma integração solidária idoso-profissionais-família, com intenção de estimular a independência e autonomia do idoso, mantendo-o junto à família, integrando-o às suas relações sociais, buscando sempre melhorar a sua qualidade de vida.

Saiba mais:

www.odontologia.com.br/artigos.asp?id=425&idesp=3&ler=s
www.odontologia.com.br/artigos.asp?id=189&idesp=3&ler=s
www.odontologia.com.br/artigos.asp?id=552&idesp=3&ler=s
www.odontologia.com.br/notícias.asp?id=794&idesp=19&ler=s
www.odontologia.com.br/noticias.asp?id=750&idesp=19&ler=s
www.odontologia.com.br/notícias.asp?id=726&idesp=19&ler=s

 


EQUIPE GERONTOLÓGICA

Procura-se dentro de uma visão gerontológica, a troca de conhecimentos como ponto de partida, sem barreiras profissionais, objetivando melhorar a qualidade de vida do idoso, mantendo a sua autonomia. Atuações eficazes devem ser adotadas para que essa faixa etária cresça não só em termos quantitativos, mas principalmente mantendo uma qualidade de vida digna.

  • Dra. Ms. Manuela Rodrigues - Médica - CRM 10106 - Geriatra e Especialista em Gerontologia.
  • Dra. Laura Maria de Carvalho Oliveira – Terapeuta Ocupacional CREFITO 7091-TO - Especialista em Gerontologia.
  • Dra. Síntia Freitas Bastos de Oliveira – Fisioterapeuta - CREFITO 58119 - Especialista em Gerontologia.
  • Dra. Sandra Maria Ferraz Mello – Cirurgia-Dentista - CRO-BA 1802 - Atendimento de Pacientes Especiais, Especialista em Gerontologia.
  • Dra. Ms. Margareth Jara Gasparim - Cirurgiã-dentista - CRO-BA 5738 - Especialista em Ortodontia.
  • Dr. Vanilson Santos Silva - Nutricionista - CRN 1464 - Especialista em Clínica e Terapeutica Nutricional.
  • Profº Jonathas Boaventura Firmato Freire - Professor de Dança, Especialista em Gerontologia.
  • Dr. Philogônio Tavares Neto – Farmacêutico - CRF-BA 2235 - Especialista em Farmácia Hospitalar.
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